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Prestações da casa continuarão elevadas, mesmo com garantia pública no financiamento?

Prestações da casa continuarão elevadas, mesmo com garantia pública no financiamento?

Ainda que a garantia pública do Governo apoie os jovens na contratação do crédito habitação, as prestações mensais dos empréstimos podem continuar a ser elevadas. Saiba a opinião de analistas face a este tema, em seguida. 

18 Jul 20243 min

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Garantia pública vai ajudar jovens a contratar crédito, mas prestações continuarão elevadas? 

A medida do Governo que permitirá aos jovens até aos 35 anos aceder a uma garantia pública no crédito habitação tem aspetos positivos, contudo alguns analistas consideram que ainda assim o valor das prestações do financiamento continuará a ser elevado

Segundo notícia partilhada pelo Notícias ao Minuto, o analista da corretora XTB Henrique Tomé considera que a medida “alivia (muito) o esforço financeiro dos jovens”, mas que, ainda assim, “o valor das prestações será ainda elevado, tendo em conta o alto preço das casas e o financiamento de que necessitam”, considerando mesmo que haverá “muitos agregados que não conseguirão pagar o valor das prestações sem se colocarem numa situação financeira apertada mesmo com esta ajuda por parte do Estado”, cita a notícia. 

Para o analista, esta medida irá ainda incorrer em riscos “como a dependência de apoios do Estado das famílias”, pelo que “pode beneficiar desproporcionalmente os jovens com rendimentos mais altos que têm maior capacidade de se comprometer com um crédito”, ao invés de quem necessita, explica. 

Já para o economista sénior do Banco Carregosa Paulo Monteiro Rosa, a medida em causa, que irá permitir “a muitos jovens sem poupança superarem a atual exigência dos bancos de 10% de entrada na compra da casa”, corre o risco de “perder eficácia” no caso de não haver “uma atuação também do lado da oferta”. A solução, de acordo com o economista, será “incentivar as construtoras civis a aumentarem significativamente o parque habitacional”, sendo este “o principal problema da subida dos preços”. 

O mesmo considera ainda que a medida não combaterá em nada o facto de os preços dos imóveis continuarem muito altos face ao rendimento médio nacional e o desequilíbrio entre oferta e procura.

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