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Sala de espera acolhedora com dois sofás azuis, mesa de centro com chávena e garrafa de água, rodeada de plantas, livros e arte verde nas estantes.

As regiões mais baratas de Portugal para arrendar e comprar casa

O mercado imobiliário português continua a mostrar diferenças muito grandes entre litoral e interior, tanto no arrendamento como na compra de casa. Em 2026, ainda existem municípios onde é possível encontrar rendas mais baixas e outros onde comprar casa custa muito menos do que nas grandes cidades.

01 Feb 20263 min

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Se está à procura de casa, comparar zonas pode fazer tanta diferença como comparar preços entre bancos ou entre contratos.
Em muitos casos, mudar de município pode alterar de forma significativa o valor que vai pagar todos os meses.

Arrendar continua a sair mais barato em alguns municípios do interior

De acordo com o Idealista, o mercado de arrendamento voltou a mostrar correções em vários municípios do interior, com quedas mais visíveis em zonas como Guarda e Vila Real.

O Idealista destaca, em fevereiro de 2026, que Guarda se destaca com rendas médias mais baixas e uma descida face ao pico do ano anterior, o que confirma que alguns mercados estão a aliviar depois de fortes subidas.

Também surgem cidades do interior Centro e Norte entre as opções mais acessíveis para viver, como Castelo Branco, Bragança e Portalegre, que continuam a ter valores abaixo dos grandes centros urbanos.

Ainda assim, a diferença para Lisboa, Porto ou Madeira continua a ser muito grande, e as zonas mais pressionadas mantêm-se muito acima da média nacional.

Comprar casa ainda é possível por menos de 36 mil euros

Se a ideia é comprar, o mapa de acessibilidade também continua a concentrar-se no interior.
Segundo o Idealista, há 10 municípios onde é possível comprar uma casa por menos de 36 mil euros, com destaque para Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Sernancelhe e Almeida.

O Idealista mostra que a maioria destas zonas está em distritos como Guarda, Bragança, Viseu, Castelo Branco, Coimbra e Santarém, o que confirma que os preços mais baixos continuam fortemente associados a territórios de baixa densidade.

O que deve ter em conta antes de escolher

Os preços mais baixos não contam a história toda. Quando se escolhe casa, também importa olhar para o emprego disponível na zona, acessos, serviços, transportes e potencial de valorização futura.

Para quem quer arrendar, a descida das rendas em alguns municípios pode ser uma oportunidade para equilibrar orçamento e qualidade de vida. Para quem quer comprar, o interior continua a ser a região onde é mais fácil encontrar preços compatíveis com salários mais baixos ou com uma entrada inicial reduzida.

Dica de especialista

Se está a pensar arrendar ou comprar casa em 2026, vale a pena comparar várias zonas antes de decidir. O idealista confirma que o mercado continua dividido entre áreas muito pressionadas e municípios onde ainda é possível encontrar soluções muito mais acessíveis.

Arrendar pode ser a resposta certa em zonas onde as rendas estão a cair, enquanto comprar pode fazer mais sentido em municípios do interior com preços muito abaixo da média nacional. O importante é não decidir apenas com base na localização mais conhecida, mas sim no que o seu orçamento realmente comporta.

Se prefere arrendar, acompanhe os municípios onde as rendas estão a cair e escolha a opção mais equilibrada para si.

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