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Comprar online fica mais barato? Estudo diz que sim

Comprar online fica mais barato? Estudo diz que sim

Estudo realizado a portugueses revela que grande maioria prefere fazer compras online, com especial foco em sites estrangeiros e compras em segunda mão.  

11 Apr 20242 min

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Segundo os portugueses, comprar online tem sido mais barato 

Dados do Barómetro e-Shopper 2023 da Geopost, divulgados pelo Notícias ao Minuto, demonstra que os portugueses consideram que as compras online são uma forma de poupar dinheiro

O relatório revela, aliás, que Portugal é o país europeu onde os consumidores são mais sensíveis ao preço em compras online, sendo que 71% dos e-shoppers regulares portugueses afirmam que poupam com este método (a média europeia é de 65%). 

Estes números refletem assim o impacto da inflação na carteira dos portugueses, “para quem o preço é o fator mais importante nas suas decisões de compra (76%), ou para quem procura estar sempre atento a um bom negócio (79%)”. 

O Barómetro revela ainda que 49% dos e-shoppers regulares portugueses compram online devido à existência de entregas gratuitas, 28% valorizam o facto de não existirem taxas escondidas adicionadas ao valor do produto, e 22% justificam com a devolução gratuita

Grande parte dos portugueses (73%) indicou comprar online em sites estrangeiros, em especial na Espanha (61%), na China (58%) e no Reino Unido (33%). 

Outra tendência face às compras online, por forma a poupar, relaciona-se com as compras em segunda mão, sendo que, de acordo com a informação partilhada, os portugueses receberam, em média, quatro encomendas por mês. Além disso, um em cada três e-shoppers regulares confessam ter aumentado as compras em segunda mão, em média, 11 vezes por ano em 2023, três vezes mais que em 2022. 

A maioria (65%) referiu que esta mudança se deve ao aumento dos custos, e 42% o facto de contribuir para uma economia mais responsável. 

Por outro lado, as entregas em casa começam a perder peso, contra as entregas “Out-of-Home" (OHH), como os lockers

Este Barómetro foi desenvolvido perante um total de 24.233 entrevistas em 22 países europeus, sendo que em Portugal contou com 1.006 entrevistas

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